O policiamento destinado a jogos de futebol não compromete o atendimento das ocorrências policiais na região. A afirmação é do capitão Censi, do 18º Batalhão de Polícia Militar, ao explicar como a corporação organiza o efetivo em dias de partidas.
Segundo o capitão, os policiais escalados para atuar nos jogos não são, em regra, retirados do policiamento ordinário das ruas. Ele destacou que a Polícia Militar separa as funções para evitar prejuízo ao atendimento da população.
“O efetivo que é empenhado em jogos de futebol não é o efetivo ordinário de policiamento. A gente separa bem essas situações”, explicou.
De acordo com Censi, normalmente os policiais deslocados para esse tipo de evento são aqueles que atuam durante a semana em funções internas e administrativas dentro da própria Polícia Militar. Entre os setores citados estão trânsito, sessão técnica, recursos humanos e patrimônio.
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“Normalmente, o efetivo que está disposto para o futebol é o efetivo que faz serviço interno na Polícia Militar de segunda a sexta, que é o efetivo que atua no expediente administrativo”, afirmou.
O capitão também explicou que, quando há necessidade, a corporação solicita reforço de outras unidades para garantir a segurança durante as partidas. A medida, segundo ele, faz parte do planejamento para que o atendimento das ocorrências continue funcionando normalmente.
“Por vezes, não é raro a gente pedir reforço de outras unidades para dar o atendimento devido aos jogos de futebol”, completou.
Com isso, o 18º Batalhão sustenta que a presença da Polícia Militar em jogos de futebol não reduz a capacidade de resposta às ocorrências policiais registradas durante esses períodos.
“Não há prejuízo algum ao atendimento de ocorrências em razão de jogos de futebol”, concluiu o capitão Censi.






