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Guabiruba lança Edital do Fundo Municipal de Cultura Nivaldo Kormann

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Até 30 de abril a Fundação Cultural de Guabiruba recebe as inscrições de projetos no Edital do Fundo Municipal de Apoio à Cultura denominado Nivaldo Kormann, que regulamenta a concessão de R$ 39 mil destinados a incentivar as atividades culturais da cidade. Os projetos devem ter valor máximo de R$ 7.800 e abrangerem as áreas do teatro, dança, circo, música, audiovisuais, literatura, patrimônio material e imaterial, artes populares, artesanato, artes visuais, artes gráficas e artes integradas durante o ano de 2014. Para participar, é necessário que o interessado resida em Guabiruba há pelo menos dois anos.

De acordo com o superintendente da Fundação Cultural, Gilmar José Celva, o objetivo do Edital é promover a circulação de bens culturais do município, deixar a cultura acessível à população, além de incentivar a pesquisa da diversidade cultural e dos processos de criação. “Queremos também contribuir para a profissionalização dos grupos locais e alavancar o mercado cultural através da geração de trabalho e renda, priorizando os artistas locais”, pontua. Ele também reforça que os trabalhos serão analisados por uma banca de análise formada por três pessoas da área.

O projeto deverá ser entregue diretamente na Fundação Cultural, na rua 10 de Junho, n° 90, de 2ª a 6ª feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30. O edital completo pode ser visualizado no site www.guabiruba.sc.gov.br.

Edital homenageia Nivaldo Kormann, popular “Nega”

O Edital de Apoio à Cultura leva o nome de Nivaldo Kormann (in memorian), um homem dedicado à cultura da cidade. Nascido em 19 de julho de 1952, iniciou seus trabalhos na Fanfarra Concórdia, de Guabiruba, com 20 anos, participando ativamente do grupo durante toda a sua vida. Foi trompetista por três anos da Fanfarra Anna Othília Schlindwein e por mais de 30 anos participou do Coral Cristo Rei ao lado do irmão Valdemiro Kormann.

Filho de Tharcisio e Maria Leopoldina, deixou sua marca no folclore da cidade com seus desfiles e apresentações com bicicletas modificadas. Entre os anos de 1978 e 1980 se transformava em Pelznickel com a chegada do Natal. Durante o ano, no entanto, sua atuação era na Associação de Pais e Professores da Escola Professor João Boos.

Com o dom de falar em público, era sua voz que ecoava nas rodas de fortuna do município e nas serenatas e alvoradas festivas. Trabalhou na antiga Fiação e tecelagem São José por 30 anos e foi o primeiro instrutor da autoescola Fischer. Faleceu no dia 23 de dezembro de 2003.

Publicado por Olhar do Vale

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