A chuva que atinge Brusque provocou quatro ocorrências e levou uma família ao abrigo municipal. A Defesa Civil mantém o monitoramento contínuo da cidade diante da instabilidade prevista para seguir durante esta segunda-feira (31) e até o fim da manhã de terça-feira (1º).
Entre os atendimentos realizados estão um risco de deslizamento no bairro Santa Luzia, duas quedas de muros, uma no Zantão e outra na Ponta Russa e um deslizamento em uma via pública no bairro Azambuja. Segundo a Defesa Civil, todas as situações são acompanhadas pelas equipes.
O volume de chuva apresenta variação entre as regiões da cidade. Na Limeira Alta, foram registrados 88,8 milímetros nas últimas 24 horas, com acumulado de 115,4 milímetros. Na Volta Grande, o volume chegou a 44,7 milímetros em 24 horas e a 53,2 milímetros no acumulado.
Rio Itajaí-Mirim segue dentro da normalidade
Apesar do volume expressivo de chuva, o rio Itajaí-Mirim permanece dentro da normalidade nos três pontos de referência monitorados pela Defesa Civil.
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Em Vidal Ramos, o nível estava em 2,83 metros. Em Botuverá, a medição indicava 3,79 metros, enquanto em Brusque o rio estava em 2,86 metros no momento da atualização.
A Defesa Civil também acompanha a quantidade de chuva registrada em municípios que podem influenciar o comportamento do rio em Brusque. Botuverá teve o maior volume nas últimas 24 horas, com 91,1 milímetros e acumulado de 115,3 milímetros em 48 horas.
Em Guabiruba, foram registrados 63,5 milímetros em 24 horas e 70,8 milímetros em 48 horas. Vidal Ramos acumulou 47,9 milímetros em 24 horas e 97,6 milímetros em dois dias. Já Presidente Nereu teve 39 milímetros em 24 horas e 58 milímetros em 48 horas.
Família permanece em abrigo
O abrigo municipal continua ativado preventivamente e acolhe uma família formada por quatro pessoas: duas mulheres adultas, uma idosa e uma criança.
A Defesa Civil orienta os moradores a evitar áreas próximas a árvores, placas, muros e postes durante os temporais. Ruas alagadas, pontes e pontilhões submersos não devem ser atravessados.
Moradores de áreas de encosta também devem observar sinais como trincas no solo, muros ou paredes, além da inclinação de árvores e postes. Situações de risco devem ser comunicadas à Defesa Civil pelo telefone 199 ou ao Corpo de Bombeiros pelo 193.



