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Após cobrar mais policiamento, vereador tem escritório apedrejado em Brusque

Foto: Vereador Felipe Hort

O escritório de advocacia do vereador Felipe Hort, localizado na Rua Augusto Klapoth, no bairro Águas Claras, em Brusque, foi alvo de dano na madrugada desta sexta-feira (22). O caso foi registrado em boletim de ocorrência na Polícia Civil como dano consumado.

De acordo com o relato feito pelo próprio vereador à Delegacia Virtual de Santa Catarina, ele chegou ao escritório pela manhã e encontrou estilhaços de vidro na sala de atendimento. Inicialmente, a suspeita era de que se tratasse de um dano simples à vidraça.

Ao verificar a parte externa do imóvel, porém, foi constatado que ao menos seis objetos perfurantes haviam atingido e quebrado o vidro. Conforme o boletim, em um primeiro momento chegou-se a cogitar que as marcas poderiam ter sido provocadas por disparos contra a vidraça. Posteriormente, foram encontradas duas pedras de tamanho médio, que podem ter sido usadas no ataque.

Após cobrar mais policiamento, vereador tem escritório apedrejado em Brusque
Vereador Felipe Hort (Novo) na tribuna. Foto: Aline Bortoluzzi/Imprensa Câmara Brusque

No registro, Hort informou ainda que exerce mandato como vereador em Brusque e que, recentemente, havia defendido em sessão da Câmara a necessidade de reforço no policiamento na região de Águas Claras. Na ocasião, segundo o relato, ele também teria denunciado um caso de roubo contra uma transeunte.

Por esse motivo, o boletim aponta que o vereador não descarta a possibilidade de violência política. A ocorrência, no entanto, foi registrada formalmente como dano consumado, e ainda não há identificação de suspeitos.

Questionado pelo Olhar do Vale se havia recebido alguma ligação com ameaça antes do episódio, Felipe Hort negou.

O parlamentar também fez um apelo para que moradores e comerciantes da região que possuam câmeras de segurança entrem em contato, caso tenham imagens que possam ajudar na identificação dos autores. A expectativa é de que registros feitos nas proximidades do escritório ajudem a esclarecer a dinâmica do ataque.

O vereador registrou a ocorrência como forma de resguardo e também para viabilizar a solicitação extrajudicial de imagens de câmeras de segurança da região, conforme consta no boletim.

O caso deve ser analisado pela Polícia Civil. No registro, o comunicante informou que decidirá posteriormente sobre o direito de representação ou queixa, dentro do prazo legal de seis meses. Veja o vídeo:

Veja mais fotos da ocorrência:

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