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Ameaça de ataque ao governador de SC: Suspeitos são alvos de operação nesta segunda (15)

Jorginho-Mello
(Foto: Roberto Zacarias, Secom)

Uma operação policial foi deflagrada nesta segunda-feira (15) em Santa Catarina, São Paulo e Paraíba, visando cinco homens que são suspeitos de incitar um ataque contra o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL). A investigação teve início após a descoberta de mensagens trocadas em um grupo de WhatsApp.

A ação é conduzida pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil de SC, com o apoio das polícias civis de SP e PB. Ao todo, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão.

A Polícia Civil de SC começou a investigar o caso no final da semana passada, após o vazamento das mensagens. O foco da investigação são cinco homens que trocaram mensagens com conteúdo suspeito.

Ameaça de ataque ao governador de SC: Suspeitos são alvos de operação nesta segunda (15)

As mensagens foram enviadas em um grupo de WhatsApp na quinta-feira (11), dia em que o governador Jorginho Mello participava de um evento em Benedito Novo, no Vale do Itajaí. Um dos investigados, que é servidor da prefeitura local, enviou a seguinte mensagem ao grupo: “Rapaziada, encontrar-me-ei com o governador do estado de SC”.

Em resposta, outros quatro membros do grupo teriam feito comentários incitando violência, como:

  • “Não esquece dos molotov”
  • “vê se essa faca tá afiada mesmo”
  • “e não esquece de rodar depois, importante!!”
  • “enferrujada. E bem suja”

Próximos Passos da Investigação

Após o vazamento das mensagens, a Polícia Civil solicitou e obteve os mandados de busca e apreensão no sábado (13). As buscas foram realizadas nas residências dos suspeitos em Benedito Novo (SC), Campina Grande (PB), Cabedelo (PB), Álvares Machado (SP) e Matão (SP).

Os celulares dos cinco investigados foram apreendidos e serão periciados para aprofundar as investigações. A Polícia Civil informou que as apurações continuarão até que todos os fatos sejam esclarecidos, especialmente “diante do atual cenário mundial de violência política”, como declarou Débora Jardim, coordenadora da DEFAZ/DEIC.

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