Em SANTA CATARINA, bandido não fica deitado ganhando do contribuinte. Aqui, quem erra tem que pagar! Só para você ter uma noção, em 2025, o nosso estado catarinense arrecadou mais de R$ 32 milhões com o trabalho desses apenados.
Através de convênios entre o Governo do Estado, prefeituras e iniciativa privada, o cara que está cumprindo pena pode trabalhar e receber, em média, um salário mínimo. Mas a regra é clara e justa:
50% do valor vai para ele ou para o sustento da família;
25% fica em uma conta vinculada para ser usado apenas após a soltura;
25% retorna obrigatoriamente para o Estado, como indenização para custear a sua “hospedagem” no presídio.
Para nós, catarinenses, o trabalho dignifica, ressocializa e gera senso de responsabilidade. Não é à toa que SANTA CATARINA é o estado com o maior índice de presos trabalhando no país. Aqui não tem espaço para o “mimimi” de que o preso é vítima da sociedade.
Errou? Tem que pagar! E o custo da prisão deve sair do esforço do criminoso, não do bolso de quem trabalha honestamente. É assim que deveria ser em todo o Brasil.
Vá de retro, Satanás!
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