Unifebe Vargas

Zoobotânico de Brusque cuida de filhotes resgatados na região

A alimentação é de acordo com cada necessidade, além dos cuidados com o frio;

Foto: divulgação -

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Brusque – O Parque Zoobotânico de Brusque agora é também um berçário. A vinda de filhotes trazidos por órgãos ambientais tem aumentado a família zoobotânico, os novos moradores são duas corujas igreja, trazidas pela polícia ambiental de Blumenau, duas jiboias, trazidas pela polícia ambiental de Joinville, uma tamanduá-mirim, trazida pela Fundema, e uma cobra do milho. Todos são filhotes e recebem cuidados especiais.

A alimentação é de acordo com cada necessidade, além dos cuidados com o frio, o que redobra a atenção, já que eles devem manter uma temperatura adequada para que consigam se desenvolver. A veterinária do Zoobotânico Milene Zapala explicou que os cuidados com os filhotes são primordiais, ainda mais que eles estão fora do habitat e sem as mães. “É cuidado vinte e quatro horas, é como se fossem bebês. Tomamos muito cuidado com eles, muito aquecimento. Tentamos dar o melhor para eles se desenvolverem,” disse.

Todos os animais recebidos pelo zoobotânico de Brusque recebem uma autorização do órgão competente. A vinda também segue critérios técnicos, já que a equipe técnica do Zoo se preocupa em dar um bom atendimento ao animal recebido. Para isso, é levado em consideração as instalações e a capacidade de atendimento que a instituição possui, para proporcionar ao filhote uma melhor qualidade de vida.

Alimentação

Jiboia

São alimentadas com ratos pequenos, uma vez por semana. Recebem o calor adequado nesse período de inverno, placas de aquecimento específicas.

Cobra do milho

Alimentada com um pequeno pedaço do rabo dos ratos, isso a cada quatro ou cinco dias. Recebe o calor adequado nesse período de inverno, placas de aquecimento específicas.

Corujas

Alimentação especial à base da carne de ratos, simula a alimentação materna, é feita de três em três horas. Elas ficam em local adequando com cobertores.

Tamanduá-mirim

É alimentada com uma papa desenvolvida especialmente para ela, também é feita a coleta de madeira com cupim, para que ela coma esses pequenos animais. As refeições são dadas de três em três horas. Para seu aquecimento são utilizados cobertores e ar quente.

por Assessoria de Imprensa

Publicado por Olhar do Vale

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