Rezini volta a sugerir que a Prefeitura compre vagas em creches da rede privada

Vereador André Rezini na tribuna durante a sessão ordinária desta terça-feira (26). Foto: Talita Garcia/Imprensa Câmara Brusque

O vereador André Rezini (Republicanos) voltou a abordar a escassez de creches em Brusque, durante fala na tribuna na sessão ordinária desta terça-feira, 26 de outubro. Ele reiterou que os parlamentares são procurados por famílias que buscam vagas em Centros de Educação Infantil (CEIs) e citou matéria veiculada no jornal O Município no dia 18, que informa o aumento em 170% em um ano na fila de espera da cidade.

“Sabemos que existe um orçamento para a Educação no nosso município, uma questão de logística, de estrutura, e que o problema não é fácil de resolver”, disse. Rezini relembrou sugestão feita por ele ao Poder Executivo, que envolve a compra de vagas em educandários da rede particular.

Para ele, a solução é viável e evitaria despesas como, por exemplo, a construção de novas escolas e a contratação de profissionais da Educação. Segundo o parlamentar, a possível oferta de vagas na modalidade em janeiro de 2022 estaria em debate no governo municipal. “Estou com receio, pois já estamos no final do ano de 2021 e ainda não saiu o edital para que estas escolas particulares possam fazer as inscrições e verem quantas vagas aptas cada uma das escolinhas dos bairros tem”, declarou.

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Em aparte, o vereador Alessandro Simas (DEM) se posicionou favorável à compra de vagas e mencionou que a solução teria que ser imediata, dado o aumento da natalidade em Brusque. Por sua vez, a vereadora Marlina Oliveira (PT) manifestou, em aparte, que a solução sugerida por Rezini seria paliativa e que é necessário planejar a expansão da rede pública de Educação, investindo na construção de novos educandários.

“Logicamente que se tivesse estrutura e orçamento para construir mais escolas e ficar só na mão no nosso município, seria importante. A causa aqui é diminuir a fila de espera destas famílias e crianças que aqui estão”, contrapôs Rezini.

“Eu não entendo que é uma ação paliativa, porque já tem cidades que estão trabalhando com a compra de vagas há mais de 5 anos. Cidades pequenas, médias e grandes do nosso país e está funcionando muito bem”, reiterou o republicano, ao citar os municípios catarinenses de Criciúma, Blumenau e Florianópolis.

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