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Museu Casa de Brusque traduzirá mais de 300 textos históricos para o polonês

Foto: Divulgação/Casa de Brusque.

O Museu Casa de Brusque e a Fundação José Walendowsky oficializaram, na tarde desta terça-feira (3), uma parceria institucional que permitirá a tradução de parte significativa do conteúdo histórico do museu para a língua polonesa. A reunião ocorreu na sede do museu e marcou o alinhamento final do projeto, que tem como objetivo ampliar o acesso ao acervo e valorizar a forte herança cultural polonesa presente no município.

Participaram do encontro representantes da Sociedade Amigos de Brusque (SAB), entidade mantenedora do museu, e da diretoria da Fundação José Walendowsky. Estiveram presentes os presidentes das duas instituições, Marcus Schlösser e Luis Antônio Loyola Walendowsky, além da professora Małgorzata Chodorowska e de Marcin Chodorowski, responsáveis pelo trabalho de tradução.

Durante a reunião foram definidos os detalhes operacionais do projeto e o cronograma de execução. A primeira etapa prevê a tradução da linha do tempo do museu, composta por cerca de 300 textos curtos. Na sequência, serão traduzidos os conteúdos da galeria de autoridades de Brusque e, posteriormente, os textos presentes nos painéis da nova exposição de longa duração. Conforme acordado, Marcin Chodorowski ficará responsável pela condução direta dos trabalhos, que devem iniciar já na próxima semana.

Segundo o presidente da Sociedade Amigos de Brusque, Marcus Schlösser, a iniciativa reforça um trabalho que já vem sendo desenvolvido em parceria com a fundação ao longo dos anos. “Essas iniciativas ajudam a valorizar a nossa história local e, especialmente, a reconhecer a importância da cultura polonesa em Brusque. A tradução desse conteúdo permitirá que esse patrimônio histórico também possa ser acessado em uma das línguas que fazem parte da formação do nosso município”, afirmou.

Para o presidente da Fundação José Walendowsky, Luis Antônio Loyola Walendowsky, o projeto representa um passo importante para a preservação da identidade cultural da comunidade. “É uma honra contribuir com o trabalho do museu e com a preservação da história da cidade. Trata-se de uma das línguas-mãe do nosso município, e essa iniciativa fortalece a difusão da cultura polonesa, especialmente entre as novas gerações”, destacou.

Também participaram do encontro o secretário executivo da Fundação José Walendowsky, Nilton Proença; a secretária da SAB, Joceline Heil; a diretora-geral do museu, Luciana Pasa Tomasi; os historiadores Celso Deucher e Julie Francine Ricardo; e o administrativo da SAB, Artur Enrique Staloch.

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