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Danilo Visconti: Tarcísio em São Paulo e Flávio presidente: a estratégia correta de Bolsonaro

Foto: Alan Santos/PR

Essa questão do Tarcísio em Brusque, quem achou que o Tarcísio ia ser candidato a presidente foi o Deco, vice-prefeito. Tanto que, quando teve a oportunidade, foi para o Republicanos, porque para você de casa que não sabe, o Republicanos é o partido do Tarcísio, é o 10. Então ele achou que, indo para o Republicanos, levaria o mesmo número do presidente, o que facilitaria uma campanha dele.

Essa foi a visão. Só que todo mundo sabe que não tem como. O Bolsonaro, gente, está numa situação em que ele — não que desconfie do Tarcísio ou não — tem que se cercar de pessoas o mais próximas possível dele. Isso é normal, isso é natural.

E o Tarcísio tem que continuar fazendo a gestão dele de SÃO PAULO, porque se o Tarcísio sair de lá, vai se colocar quem no lugar dele? Aí corre-se o risco de um Alckmin entrar de novo, até de um Haddad ganhar uma eleição. E aí nós estamos falando da segunda economia do país; tirando a União, quem mais arrecada é o Estado de SÃO PAULO. Então, assim, não se pode correr esse risco.

E a candidatura do Flávio Bolsonaro é uma candidatura em que o Flávio leva o nome Bolsonaro, o Flávio leva a pauta Bolsonaro, só que o Flávio é mais polido.

A opinião expressa pelos colunistas deste portal é de responsabilidade exclusiva dos mesmos. Cada artigo, comentário ou análise é fruto da visão pessoal do autor e deve ser interpretado dentro desse contexto.

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