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Danilo Visconti: Nikolas Ferreira e a caminhada da liberdade; 240 km de resistência e fé

Foto: Divulgação

Nikolas Ferreira, deputado federal, conservador e cristão, começou uma jornada que não era só de passos, era de coragem: a Caminhada da Liberdade. Foram 240 quilômetros em sete dias, sob sol escaldante, chuva torrencial e ameaças reais. Mas ele caminhou, porque o Brasil precisa lembrar o que é ser livre.

O propósito da jornada
Ele não caminhou por vaidade, caminhou por justiça:

Pelos presos do dia oito de janeiro, que são presos políticos.

Pelos brasileiros que veem o Supremo agir como um tribunal de exceção.

Por um ex-presidente que foi injustamente silenciado.

Nikolas vestiu colete à prova de balas — não por medo, mas por realismo, pois quem defende a liberdade hoje no Brasil enfrenta riscos reais. Mesmo assim, ele seguiu com fé no peito e o hino na boca. Milhares de brasileiros — pais de família, jovens, idosos, pastores e influenciadores — se uniram a ele na esperança.

O despertar de uma nação
Ele não estava ali por um homem, estava por um ideal: liberdade de expressão, de pensamento e de não se curvar ao autoritarismo disfarçado de justiça. Nikolas cantou louvores para vencer o cansaço e gritou “Acorda Brasil” para despertar consciências. O povo respondeu, porque quando um patriota se levanta, a nação acorda junto.

No sétimo dia, 25 de janeiro de 2026, a caminhada chegou a Brasília. Milhares se reuniram na Praça do Cruzeiro gritando por anistia, justiça e liberdade. Não foi o fim; foi o começo de algo muito maior.

A lição da estrada
Nikolas provou que a direita conservadora brasileira está viva e unida. Ele mostrou que resistência não é só gritar nas redes sociais, é colocar o corpo na estrada e a fé em Deus acima de tudo. Essa caminhada foi de todo patriota que acredita em um Brasil grande e soberano.

A liberdade não se ganha na comodidade; se conquista na caminhada. Um passo de cada vez, com Deus e com o povo, ninguém nos para!

A opinião expressa pelos colunistas deste portal é de responsabilidade exclusiva dos mesmos. Cada artigo, comentário ou análise é fruto da visão pessoal do autor e deve ser interpretado dentro desse contexto.

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