Santa Catarina registrou em 2025 o menor percentual de domicílios atendidos pelo Bolsa Família no Brasil. Segundo dados da PNAD Contínua, do IBGE, 3,9% dos lares catarinenses receberam o benefício no ano passado, índice abaixo da média nacional, que foi de 17,2%.
O levantamento também aponta que Santa Catarina ficou na primeira posição entre os estados com menor presença do programa nos domicílios. Na sequência aparecem São Paulo, com 7,6%, Rio Grande do Sul, com 7,7%, e Paraná, com 8%.
Para o pré-candidato a deputado federal Danilo Visconti (Direita/SC), o resultado reflete características históricas da população catarinense, especialmente a valorização do trabalho e do empreendedorismo.
“Santa Catarina é um estado de povo trabalhador e empreendedor. Aqui as pessoas não ficam esperando solução do governo para tudo. As famílias catarinenses valorizam o esforço, a responsabilidade e o trabalho digno. Por isso, dependemos muito menos de programas assistencialistas como o Bolsa Família”, afirmou Visconti.
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Além do Bolsa Família, Santa Catarina também aparece com o menor percentual de domicílios com algum rendimento vindo de programas sociais em geral, como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC). Nesse recorte, 6,9% dos domicílios catarinenses receberam algum tipo de benefício social em 2025, contra média nacional de 22,7%.
Na avaliação de Visconti, os números reforçam o peso de valores como responsabilidade individual, família, educação e liberdade econômica no desenvolvimento do estado. Ele também relaciona o desempenho catarinense ao ambiente econômico e à geração de empregos.
“O melhor programa social é o emprego de qualidade. Santa Catarina prova que, quando o Estado oferece um ambiente favorável aos negócios, valoriza quem produz e respeita os valores conservadores, o povo prospera com dignidade e autonomia”, declarou.
Apesar da leitura política feita pelo pré-candidato, os dados do IBGE medem a presença de benefícios sociais nos domicílios e não estabelecem, por si só, relação direta entre orientação política, conservadorismo e menor participação no Bolsa Família. A PNAD Contínua avalia informações de renda, trabalho e outras fontes de rendimento da população brasileira.
O IBGE também aponta que, em 2025, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita no Brasil chegou a R$ 2.264, o maior valor da série histórica da PNAD Contínua. Nos domicílios que recebiam Bolsa Família, o rendimento domiciliar per capita foi de R$ 774, menos de 30% do valor registrado entre os domicílios que não recebiam o benefício.
Para Visconti, o desempenho catarinense deve servir de referência para o restante do país no debate sobre desenvolvimento econômico e políticas sociais.
“Enquanto grande parte do Brasil optou pelo caminho da dependência do Estado, Santa Catarina escolheu o caminho do trabalho e da produção. Esse é o resultado de uma cultura que acredita que o cidadão deve ser o protagonista do seu próprio futuro”, completou.





