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Prefeitura de Brusque lança programa para zerar Fila na Saúde

Segundo o chefe do Executivo, foi montada uma ação conjunta que envolverá os dois hospitais com apoio da Secretaria da Saúde;

Foto: divulgação -

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Brusque – A Prefeitura de Brusque pretende normalizar a demanda de consultas e procedimentos cirúrgicos nos próximos três meses. A informação foi repassada pelo prefeito Jonas Paegle em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira, 9 de marçõ, no Hospital Dom Joaquim.

Ao lado do secretário da Saúde, Humberto Furnari, e dos diretores gerais dos Hospitais Dom Joaquim e Azambuja, José Mauro Junglhaus e Fabiano Amorim, respectivamente, o prefeito apresentou o programa “Fila Zero”.

Segundo o chefe do Executivo, foi montada uma ação conjunta que envolverá os dois hospitais com apoio da Secretaria da Saúde. Atualmente, são mais de 28 mil demandas represadas entre cirurgias, consultas e outros procedimentos. “São situações que já estão pendentes desde 2015, de gestões anteriores, que agora vamos fazer essa força-tarefa para resolver. São casos desde cirurgias gerais a consultas especializadas de neurologia e psiquiátricas”, explica Paegle.

Ele considera que a ação é um marco para atender o anseio das pessoas que esperam por atendimento. O vice-prefeito de Brusque, Ari Vequi, comenta que é um momento especial para a cidade em razão da solução de um problema que preocupa a administração. “A Saúde é uma prioridade de todos os governos e, principalmente do nosso, que temos um médico à frente do comando. Essas cirurgias representam um calcanhar de aquiles para a administração. Com essa ação esperamos colocar em dia os procedimentos cirúrgicos o mais rápido possível”, diz.

O secretário da Saúde, Humberto Furnari, agradeceu ao Executivo por atender o apelo da pasta e repassar um aporte financeiro extra para resolver o problema dos procedimentos represados. Segundo ele, somente na oftalmologia 20 pessoas que estavam na fila já foram atendidas. “São pessoas que estavam ali desde 2015. Nossa população não pode esperar por tanto tempo para esse atendimento. Agora, esperamos resolver esse problema com apoio dos hospitais, médicos e uma série de profissionais que estão incluídos dentro desse projeto”, explica.

O diretor do Hospital Dom Joaquim, Mauro Junglhaus diz que o Programa Fila Zero é um reconhecimento do poder público que há uma demanda represada e existe o compromisso de se acabar com ela. Já o diretor do Hospital Azambuja, Fabiano Amorim, comenta que o hospital sempre foi um parceiro da administração pública e está de portas abertas para que os procedimentos represados cheguem o mais próximo possível do zero, “já que novas demandas surgem a todo instante”.

Além das autoridades citadas, estiverem presentes na coletiva o presidente do Hospital Dom Joaquim, o padre Timóteo José Steinbach, o presidente do Ibprev, Dagomar Carneiro, os diretores da Saúde, André Popelier e Sandra Lucia Fritzen, entre outros representantes da classe médica e do poder público.

por Assessoria de Imprensa

Publicado por Olhar do Vale

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