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Campanha de vacinação contra a gripe começa na terça-feira (22)

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Começa nesta terça-feira (22) a nova campanha de vacinação do Ministério da Saúde contra o vírus da gripe. A mobilização irá envolver profissionais de todas as Unidades Básicas de Saúde e a novidade deste ano é a ampliação da faixa etária para crianças de seis meses a menores de cinco anos. No ano passado, o público infantil foi de seis meses a menores de dois anos.

A campanha tem como tema “Vacinação contra a gripe: você não pode faltar” e a mobilização segue até o dia 9 de maio, incluindo ainda gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, além de outros grupos de risco.

A Secretaria de Saúde reforça o aviso aos pais para que fiquem atentos aos prazos e garantam a imunização de seus filhos. Para isso, basta procurar o atendimento nas salas de vacinação durante o horário normal de atendimento das Unidades Básicas de Saúde.

Como forma de intensificar a ação, no dia 26 de abril, sábado, acontece o Dia D da campanha e todas as UBS estarão abertas das 8h às 17h, atendendo a comunidade sem fechar para o almoço.

A vacina contra influenza protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela OMS para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). A vacinação é anual devido às mudanças das características dos vírus, consequente da diversidade antigênica e genômica a cada ano.

Entenda
A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral com potencial para levar a complicações graves e ao óbito, especialmente nos grupos de alto risco. A campanha anual, realizada entre os meses de abril e maio, contribuiu ao longo dos anos para a prevenção da gripe nos grupos vacinados, além de apresentar impacto de redução das internações hospitalares, gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias e mortes evitáveis.

Grupos que serão vacinados
•  Crianças de seis meses a cinco anos incompletos;
•  Gestantes;
•  Puérperas – mães até 45 dias após o parto (para isso, deverão ser apresentados documentos que comprovem a data do parto, como Certidão de Nascimento da criança, cartão da gestante, documento do hospital onde o parto foi realizado, dentre outros);
•  Trabalhadores de Saúde;
•  Povos indígenas;
•  Indivíduos com 60 anos de idade ou mais;
•  População privada de  liberdade;
•  Pessoas portadoras de doenças crônicas (conforme listagem definida pelo Ministério da Saúde).

Publicado por Olhar do Vale

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