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Artilharia pesada: oposição solta o verbo contra Prudêncio

Discurso feito pela vereadora Marli Leandro (PT) mostra que oposição ao pessedista será ferrenha;

Foto: Wilson Schmidt Junior -

Foto: Wilson Schmidt Junior –

Brusque – A atual oposição governista mostra que não dará colher de chá para o governo interino do prefeito Roberto Pedro Prudência Neto (PSD). Marli Leandro (PT), durante o uso da palavra livre na sessão da Câmara de Vereadores de Brusque desta terça-feira (2), ressaltou que a administração municipal está desconstruindo políticas públicas e benefícios instituídos durante a era de Paulo Eccel (PT). Para Marli, o que Prudêncio está fazendo ao convocar coletivas de imprensa, como a da manhã desta terça-feira (2), é chorar porque não há dinheiro.

“Paulo não fazia isso. Ele ia a luta,  ia para Brasília pedir recursos, apresentar bons projetos. E o que vimos em dois meses? No primeiro mês já estourou a folha de pagamento. No primeiro mês os professores não receberam regência de classe. Tem que sair do gabinete. Tem que ir pra rua, ir pra Florianópolis, Brasília. Não vai cair do céu”, afirmou. Além de todo o exposto, Marli criticou novamente Prudêncio, afirmando que ele não está fazendo o que prometeu, de colocar apenas cargos técnicos na Prefeitura.

Simas, em aparte, declarou novamente que é preciso não ter maldade em pronunciamentos. Falou que o problema dos salários dos professores ocorreu por conta do não lançamento do IPM, sistema de Gestão Pública utilizado pela Prefeitura. O imbróglio, de acordo com o Líder do Governo na Câmara, foi resolvido em pouco tempo. Já a oneração da folha de pagamento, segundo ele, se deveu à rescisão de contratos de funcionários de confiança da era Eccel, o que considerou normal. “A senhora tem que admitir que não podíamos ficar com gente do governo passado. Isso é normal”, falou.

Entre outros vários assuntos, o pessedista José Zancanaro ressaltou que o atual panorama econômico brasileiro requer medidas vistas como impopulares por alguns. Para isso, colocou com essencial que o governo “corte da sua própria carne”, diminuindo gratificações que considere desnecessárias, se referindo ao decreto de Prudêncio, que contingencia o orçamento municipal.

por Wilson Schmidt Junior

Publicado por Olhar do Vale

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