Copa dos Amigos promove integração entre escolinhas de futebol e família dos jovens atletas

No domingo (6) as arquibancadas do Estádio Augusto Bauer se encheram com os torcedores mais fanáticos na cidade. Eles torciam para os pequenos jogadores que abrilhantaram a terceira edição da Copa dos Amigos, seus filhos. Os pais orgulhosos gritavam e cantavam para incentivar as crianças que apenas começaram sua jornada no futebol. Todos têm entre 5 e 9 anos.

Participaram cerca de 400 atletas que representaram Carlos Renaux, Santos Dumont, Afeg Guabiruba, Nova Geração de Timbó, Tupi de Gaspar e ASPMI de Itajaí. Nas arquibancadas, mais de 500 pessoas prestigiaram o evento. Essa foi a primeira etapa do campeonato que reúne as equipes da região, cada uma delas será realizada em um estádio de cada clube, a próxima será em junho no Santos Dumont.

A Copa dos Amigos começou há três anos com equipes que participavam da Copa Acef. Robson Machado, o Bob, vice-presidente do clube e diretor da base conta como começou. “Nós percebemos que eram muitas viagens longe para crianças de 5 a 9 anos, optamos por fazer mais perto. Então nos unimos e fizemos a Copa dos Amigos e essa é a terceira edição”.

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Além de diminuir a quantidade de viagens realizadas, o torneio também aproximou os clubes dos pais destas crianças. “Os pais têm uma participação muito boa. De vez em quando fazemos uma reunião com eles e com os professores para deixá-los a par do que acontece. O objetivo do evento é integrar as crianças e os pais”, conta Bob. “Trabalhar com criança pequena é difícil, precisamos escutar elas e os pais para dar certo. Também tenho muito que agradecer aos pais, hoje (domingo, 6) 15 pais estão ajudando no evento, sem cobrar nada. São pais que vestem a camisa”, elogia.

Ele ressalta a importância de integrar as crianças e seus familiares com a diretoria do clube e fala sobre o trabalho social feito pelo Carlos Renaux. “Nós cobramos uma mensalidade, mas caso a criança seja de uma família carente deixamos participar da escolinha de graça. Nosso objetivo é o social, mas se o menino for bom é ainda melhor para o clube e para ele também”, destaca. “É um trabalho muito bacana, feito com muito amor e carinho, passamos tranquilidade para as crianças e procuramos fazer nosso melhor”, finaliza Bob.

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