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Especial – Dia das Mães: O sabor doce de ser mãe de gêmeos

Na semana delas, o Olhar do Vale conta histórias de amor e superação

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No dia 01 de abril de 2013, a rotina da gerente administrativa Juliana Raquel Valmorbida, de 34 anos, mudou completamente. No dia da mentira, foi difícil acreditar! Mas, quando ela viu pela primeira vez o rostinho de cada filha, as gêmeas Laura e Isabela, ela teve a certeza de que nunca mais estaria sozinha. “Não consigo descrever o momento do parto. Olhava pra elas e não acreditava que tinham nascido”, afirma.

As meninas vieram ao mundo quando ela já tinha dificuldades para se locomover, com 35 semanas – 8 meses de gestação. Mas, ela diz que não teve medo… “A emoção tomou conta e a razão ficou de lado”.

Natural de Luzerna (SC), ela mora há 4 anos em Brusque e diz que sempre teve vontade de ser mãe, porém nunca imaginou que teria gêmeas. Isso por que antes, ela teve que superar um problema muito comum entre as mulheres em idade reprodutiva, a endometriose. Uma doença que pode levar a infertilidade. Ela descobriu que tinha o problema ao perder um bebê, depois de dois anos tentando engravidar. Juliana fez o tratamento indicado pelo médico e seguiu a orientação de ter um filho o quanto antes, para não se submeter à medicação. Dois meses se passaram, e logo veio a tão esperada notícia: estava grávida de gêmeas! “Nunca fui pessimista, de pensar será que não vou conseguir?”, completa.

A gravidez se confirmou quando ela estava com 32 anos, mas a idade não foi empecilho. A gestação, claro, só exigiu mais cuidados por ser de gêmeos. “Toda fase é uma fase. Eu gostava de curtir a barriga, acompanhar o crescimento, sentir os bebês mexerem”, conclui. Aliás, a dica dela para as outras mães é aproveitar cada minuto desde o início, porque a vida é curtir os filhos e o tempo passa rápido.

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E passa mesmo…

Há dois meses, as meninas começaram a freqüentar a creche em período integral, o que a mãe confessa… faz apertar o coração. “É o instinto de mãe, eu penso o tempo inteiro nelas. Quero ver sempre e quando levo para a escola, fica um vazio. Fico ansiosa e perdida.” O sentimento, sem dúvida, é compreendido bem por todas as mães que exercem sua função 24 horas, todos os dias. Mas, Juliana fala que a sensação é totalmente preenchida quando vai buscá-las e as filhas dão passinhos em sua direção, com sorrisos largos, resmungando os primeiros ruídos.

Outro momento difícil? É o que muita gente suspeita… oferecer colo para as duas ao mesmo tempo. “Se uma olha, estou com a outra e não consigo pegar as duas, a outra tem ciúmes”.

Em compensação, ver as filhas saudáveis, alegres e dependendo dela é o que motiva a mamãe. “Quando elas ficam doentes, chorando ou sofrendo, você se sente impotente. Se pudesse, tiraria a dor com as mãos.”

As meninas acordam por volta das seis da manhã e dormem às oito da noite. Mas, isso não significa que nessa hora a mãe também vai pra cama. Pelo contrário, a função continua… Arrumando mochilas, brinquedos ou preparando a comida. E também se engana quem pensa que a correria do dia-a-dia e do ciclo de tarefas – troca, banho e brincadeiras, com as duas já basta!

“Sonho que sejam muito felizes e quero ter mais filhos”, planeja a orgulhosa mãe.

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Texto: Caroline de Souza

Fotos: Facebook

 

Publicado por Olhar do Vale

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