Unifebe Vargas Neni TEVAH

Espetáculo Ao Som dos Teares volta ao palco do CESCB

Inspirado no livro Tragédia e Mistério na Villa Renaux, espetáculo já lotou cinco vezes o Teatro do Cescb

O espetáculo teatral Ao Som dos Teares, inspirado na história real e brusquense que João Carlos Mosimann recuperou no livro Tragédia e Mistério na Villa Renaux – O caso criminal que abalou Santa Catarina (Insular, 2000), esgotado nas bancas, terá nova sessão no Teatro do Cescb, em Brusque, dia 5 agosto, às 20h. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro, Livraria e Papelaria Graf e pelo site www.portalticket.com.br ao preço único de R$ 15 (meia entrada).
Esta será a sétima apresentação que o Trama Grupo de Teatro faz da montagem – um ano após a estreia, para um auditório lotado, em agosto de 2016, no encerramento do 2º Festival Bq(en)Cena. Nas duas sessões posteriores, em outubro passado, no mesmo teatro, os ingressos também esgotaram. Em maio de 2017, três novas apresentações no Teatro do Cescb receberam grande público, sendo duas lotadas. Desta vez, coincidentemente, a plateia brusquense reviverá o drama da Villa Renaux na mesma data em que, em 1949, era realizada a missa de sétimo dia do jovem Ivo Renaux, falecido em 30 de julho daquele ano.
No sábado seguinte, dia 12, às 20h30, o grupo estreia em Itajaí, no Teatro Municipal, com capacidade para 500 espectadores.
A edição de agosto é patrocinada pela Livraria e Papelaria Graf e a Warusky Confecções, com o apoio de Centro Empresarial, Social e Cultural de Brusque (Cescb), Centro de Treinamento Sorjai, Embreex Indústria e Comércio, Griô Filmes, N&Cia Academia, Olhar do Vale, Perfil Cabeleireiros, Renaux View, Vida Arte Gráfica e WJ Acessórios.
O drama no palco
Villa Renaux, Santa Catarina, 1949. Herdeiro de uma das mais tradicionais famílias catarinenses de todos os tempos, Ivo José Renaux (Roner Lucas) e sua esposa, Dagmar Sylvia (Talita Garcia), viviam num luxuoso palacete situado na avenida Primeiro de Maio, em Brusque (SC), onde ele, em 30 de julho, um sábado, seria encontrado morto, com um tiro na cabeça, na cama do casal. Amália (Jenifer Schlindwein) e Elvira (Andressa Bigliardi), empregadas na Villa, são as personagens que – pelos registros – mais próximas estiveram de Ivo e Dagmar quando do fatídico acontecimento. No núcleo familiar de Ao Som dos Teares, aparecem o primo e vizinho da vítima, Erich (Arthur Bigliardi), a mãe Alvina (Janaina Antônia Garcia) e o tio de Ivo, Guilherme (Thyago de Lima Vandresen). Dos círculos sociais daqueles tempos, é retratado também o delegado de polícia Álvaro (Luís Henrique Petermann). A Justiça – determinante no desfecho do caso – é representada pelas figuras de Arão (Fernando Reis), detentor da inscrição número 1 da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Santa Catarina, e Laertes (Everton Girardi), advogado de defesa de Dagmar, consagrado como um dos maiores tribunos do seu tempo. A peça abre uma licença poética, ainda, para apresentar Deisi (Juliete Silva), personagem fictícia, baseada em relatos, confidente de Ivo.
Sinopse
Em 1949, um jovem industrial é encontrado morto, com um tiro na cabeça, no palacete onde vivia com a esposa na cidade de Brusque, Santa Catarina. O inesperado acontecimento comoveu a sociedade e se revestiu de interrogações nunca esclarecidas. Distintas interpretações foram lançadas ao fato, sem, contudo, chegar a desvendá-lo. Teria ele sido assassinado ou pôs fim à própria vida? Enquanto indícios apontavam como suspeita a mulher do finado, as lacunas investigativas conduziram a trama para um improvável desfecho.
Ficha técnica
Elenco (Trama Grupo de Teatro): Andressa Lauz Bigliardi, Arthur Bigliardi, Everton Girardi, Fernando Reis, Janaina Cavalcante Garcia, Jenifer Schlindwein, Juliete Silva, Luís Henrique Petermann, Roner Lucas, Talita Garcia e Thyago de Lima Vandresen.
Direção: Silvio José da Luz e Everton Girardi.
Texto: Talita Garcia, Claiton Bigliardi e Everton Girardi.
Figurinos: Andressa Lauz Bigliardi.
Iluminação: Giba de Oliveira. Técnico de Iluminação: Juninho.
Cenário: Luciano Mafra. Audiovisual: Ricardo Weschenfelder.
Classificação: 14 anos. Duração: 90 minutos.

Publicado por Olhar do Vale

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