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Especial Rainhas: 17º Reinado – Ana Claudia Dalagnoli

IMG_0361[1]A Fenarreco pode ter aberto portas profissionais para muitas rainhas e princesas, que representaram a festa durante todos esses anos. Algumas atuaram como modelo por algum tempo e estamparam catálogos de moda e de diversos segmentos. Outras parecem ter encontrado o caminho para a carreira profissional na experiência adquirida na maior festa da cidade.

Quem busca representar a Fenarreco precisa dominar algumas características, além do conhecimento sobre assuntos relacionados à cidade e à festa. Uma delas com certeza é a comunicação. Para recepcionar bem os turistas e visitantes é preciso ter simpatia e ser comunicativa.

A rainha que trazemos hoje no especial da festa mais gostosa do Brasil se enquadra nos dois quesitos. Eleita rainha da Fenarreco em 2002, Ana Claudia Dalagnoli se formou em jornalismo e atualmente é coordenadora da Central de Gestão de Eventos da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

Para ela, a sua participação em três edições da festa pode ter contribuído para a sua formação profissional. “As experiências em lidar com o público e com as responsabilidades de representar a cidade, certamente contribuíram em minha formação pessoal e profissional e muitos dos conhecimentos adquiridos naquela época ainda fazem parte do meu dia-a-dia”.

A sua jornada em busca da coroa da Fenarreco teve início antes do reinado de 2002. Ana Claudia carregou a faixa de princesa da Festa Nacional do Marreco por dois anos consecutivos. Uma forma, segundo ela, de se preparar para quando ocupasse o posto mais alto da realeza. “Eu já estava me preparando. Com toda parte de comunicação e dicção. Quando eu cheguei para ser rainha, já tinha algum conhecimento e ficou um pouco mais fácil. Já tinha uma noção melhor da festa e de como essa tradição é vista fora da cidade”, lembra.

De acordo com a ex-rainha, embora as viagens e diversão façam parte da rotina da realeza, é preciso ter responsabilidade para representar o município país afora. Ana Claudia acredita que bom humor e simpatia são ingredientes essenciais para quem estiver à frente da festa. “Porque as pessoas que vêm esperam isso de você. E a própria população, quando chega para tirar foto, não da para dizer que você está cansada. Não tem esse momento. Você tem que estar receptiva”, conta.

Atualmente, Ana Claudia reside em Navegantes, mas o seu contato com a festa ainda permanece. Ela conta que frequenta a Fenarreco com pais e irmãos, que ainda vivem em Brusque e que ainda possui forte ligação com o evento. “Acho que faz parte da minha história. Por mais que eu possa morar longe ou for para outro lugar, sempre vai fazer parte da minha história. Não só por ser brusquense, mas por fazer parte tão intensamente da festa”.

Foto: Arquivo Pessoal/Facebook

Foto: Arquivo Pessoal/Facebook

Texto: Olhar do Vale

Publicado por Olhar do Vale

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